quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Propostas de atividades para serem desenvolvidas com crianças e adolescentes

BRINQUEDO DE JORNAL


Proposta: resgate de um momento da infância, valorizando a importância do brincar e do ser criança.
Desenvolvimento: cada participante monta com folhas de jornal um brinquedo que tem ou que gosta. Alguns voluntários relatam brevemente porquê fizeram o brinquedo.
Obs: colocar cantigas de roda de fundo.

Faixa etária: possível de ser realizada com qualquer faixa etária, adaptando a linguagem e a condução da discussão.
2- DINÂMICA DA INFÂNCIA DE MASSINHA

Proposta: resgate de um momento da infância, valorizando a importância do brincar e do ser criança.
Desenvolvimento: idem ao anterior, mas com uma massa feita pelos participantes (2 medidas de farinha de trigo, 1 medida de sal e água). Fazem a massa, montam o brinquedo/momento e apresentam.
Faixa etária: possível de ser realizada com qualquer faixa etária, adaptando a linguagem e a condução da discussão. Mais recomendada até os 10 anos.

3- TRIBUNAL

Proposta: discutir os direitos das crianças e adolescentes, clareando os argumentos que os legitimam.
Desenvolvimento: dividir a turma em dois grupos. Um grupo irá defender uma proposta, por exemplo, de que "a criança tem direito a brincar" e o outro grupo vai defender o oposto, de que "a criança não tem direito a brincar. À frente de cada grupo é colocada uma bandeirinha e, quem quiser falar um argumento para defender a proposta de seu grupo, pega a bandeirinha e fala. Depois é a vez do outro grupo refutar o argumento e, assim continuamente. Depois, os papéis podem ser trocados. Discutir sobre a facilidade ou dificuldade de defender uma proposta que faz ou não sentido para o grupo. Discutir os argumentos utilizados pelos grupos com base no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Faixa etária: possível de ser realizada com os grupos a partir dos 10 anos, adaptando a linguagem e a forma de condução da atividade e das discussões.

4- SEMÁFORO



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Proposta: verificar se os direitos e deveres que as crianças têm estão sendo exercidos.
Desenvolvimento: cada criança receberá três pedaços de cartolina redondos (1 verde, 1 vermelho e 1 amarelo). O professor fala ou escreve um direito ou dever básico (também pode pedir para que as crianças falem, uma por vez) e, as crianças levantam a cartolina verde se o direito está sendo exercido, a vermelha se não e o amarelo se "mais ou menos" ou se tem dúvidas. Verificar quantos levantaram de cada cor e fazer uma breve discussão.

Faixa etária: possível de ser realizada com qualquer faixa etária, adaptando a linguagem e a condução da discussão. Mais recomendada até os 12 anos.
5- DEVER OU DIREITO

Proposta: identificar e diferenciar direitos e deveres.
Desenvolvimento: cada criança recebe dois pequenos pedaços de cartolina, sendo um pedaço de cada cor, por exemplo, verde e amarelo. O verde poderá identificar direitos e o amarelo deveres. O professor fala ou escreve um direito ou um dever (também pode pedir que as crianças falem, uma por vez) e pede que as crianças levantem um dos pedaços de cartolina, conforme elas acharem que é um dever ou um direito. Verificar quantas levantaram de cada cor e fazer uma breve discussão/reflexão.

Faixa etária: possível de ser realizada com qualquer faixa etária, adaptando a linguagem e a condução da discussão. Mais recomendada até os 12 anos.
6- RUA DE LAZER (RESGATE DE BRINCADEIRAS INFANTIS)
 
O direito de brincar é verdadeiramente um direito básico de cada criança. As crianças sem diversão, sem brinquedos, são crianças sem infância. Mas o valor da brincadeira não se reduz à recreação. O jogo é um espelho da sociedade, reflete seus valores básicos e os transmite à criança.
Se a saúde não significa apenas a ausência de enfermidades, mas a realização de possibilidades de desenvolvimento de cada indivíduo na esfera física, social, emocional, moral e cognoscitiva, a promoção da brincadeira faz, então, indiscutivelmente, parte da medicina preventiva. Se fossem dadas a cada criança as condições para um desenvolvimento humano saudável, estaríamos no começo de uma maior igualdade, que inclui dar-lhes a possibilidade de brincar.
Proposta: resgate de brincadeiras infantis e de rua, valorizando a importância do brincar e do espaço comunitário.
Desenvolvimento: em algum lugar da escola, ou se puder isolar uma rua próxima, ou uma praça, montar uma Rua de Lazer, com diversas atividades, desde brincadeiras infantis até jogos esportivos.

Faixa etária: dependendo do espaço, possível de ser desenvolvido em conjunto com diversas faixas etárias, adequando as atividades.
7- OFICINA DO ECA


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1º- sensibilização com a apresentação das declarações dos direitos universais das crianças.
2º- Discussão, levantamento de questões fazendo um paralelo entre direitos das crianças e a real situação daquelas que estão submetidas a condições precaríssimas de vida.
3º- Em papel kraft, formam-se grupos que irão por no papel através de símbolos, desenhos, palavras o que mais lhes chamou atenção na declaração.
4º- apresentação do ECA, o que é, como surgiu, leitura dos direitos e deveres (síntese/texto base).
5º- Comentários sobre ação do Conselho Tutelar.
6º- Pesquisa em jornais e revistas sobre matéria que tratem sobre o tema e a situação da criança e do adolescente hoje e os 10 anos do ECA.
7º- Formação de pequenos grupos ou duplas que escolherão a matéria que mais lhes chamou a atenção.
8º- Leitura, discussão nos grupos, com a intervenção do professor.
9º- Registro - síntese a cercado que leram (informações e comentários).
10º- Correção dos textos.
11º- No laboratório de informática, digitação dos textos.
12º- Diagramação dos textos com figuras / fotos para montagem de um jornal ou, de um painel/mural.
8- OFICINA SOBRE O ECA

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A) Dinâmica sobre o Estatuto

Os participantes escreverão num papel os direitos que cada qual crê possuir, dividindo-os entre:
- os que são reconhecidos facilmente;
- os que são reconhecidos com grande dificuldade ou que não são reconhecidos;
Os participantes anotarão também os direitos dos outros que lhes custa aceitar e reconhecer os direitos que são violados com maior freqüência.
Formar-se-ão pequenos grupos para trocar idéias sobre as anotações.
Questionamentos para provocar a discussão:
Por que alguns direitos são reconhecidos e outros não?
Por que existe a dificuldade em reconhecer que a criança e o adolescente são cidadãos que tem direitos, apesar do ECA já existir há 12 anos?
Por que existem dificuldades para implantação do Estatuto pelo Poder Público?
Por que vacilamos em admitir os direitos dos outros e defendemos os nossos acintosamente?
Após a discussão, a partilha será feita através da troca dos trabalhos entre os grupos, num primeiro momento e a síntese das conclusões posteriormente. 

B) Discutir eixos importantes do ECA
 
Em pequenos grupos, analisar o que o estatuto prevê e o que de fato acontece em relação a alguns eixos, como educação, saúde, medidas sócio-educativas, convivência familiar. Poderão discutir nos grupos o mesmo eixo e verificar as conclusões semelhantes e diferentes ou, discutir eixos diferentes e, depois, cada grupo explica para o restante da turma o que foi concluído.
Elaboração de um fanzine, de um mural ou de um painel que trará a síntese dos trabalhos
C) Pesquisar sobre os órgãos mencionados no ECA
Pesquisar para o que são e para que servem o Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA); os Conselhos Tutelares e o Ministério Público.
Pesquisar a importância desses órgãos para a fiscalização do cumprimento do Estatuto e quais são as dificuldades desses órgãos? 

9- OFICINA SOBRE PROTAGONISMO JUVENIL

1ª Etapa: conceituar o que é participação.
Numa folha grande de papel pardo os participantes escreverão o que cada um entende por participação. Feito isso, uma pessoa lê em voz alta, enquanto o coordenador sublinha os pontos que o grupo achou mais importante.
Leitura do Estatuto (artigos 15 e 16) e do artigo 21 da Declaração do Direitos Humanos:
"1. Toda pessoa tem o direito de tomar parte no governo de seu país, diretamente ou por intermédio de representantes livremente escolhidos.
2. Toda pessoa tem igual direito de acesso ao serviço público de seu país.
3. A vontade do povo será a base da autoridade do governo; esta vontade será expressa em eleições periódicas e legítimas, por sufrágio universal, por voto secreto, ou processo equivalente que assegure a liberdade de voto."
Discussão de pontos como:
- Como é a nossa participação no cotidiano?
- A participação é importante para o exercício da cidadania?
- Em quais espaços e de que forma estamos participando das coisas que acontecem na minha casa, na minha comunidade, na minha cidade, no meu país?
- Como podemos melhorar a nossa atuação?


Fonte: Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente do Butantã
produziu este material. 

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Como ganhar o respeito de uma criança


Muitos pais acreditam que é impossível ganhar o respeito de uma criança, mas isto não é verdade. Mesmo em situações extremas, se os pais agirem com sabedoria e se forem bem orientados, podem conseguir. A chave pode estar na frase de Milton Erickson, que diz que “nunca é tarde demais para ter uma infância feliz”.
É verdade, nunca é tarde demais para ter uma infância feliz e isto se aplica tanto aos pais quanto aos filhos. Sempre é tempo de estabelecer uma relação respeitosa entre as duas partes, uma vez que o respeito é o pilar fundamental para a convivência e para que cada um exerça o seu papel corretamente.
Compartilharemos aqui uma série de orientações que diferentes especialistas e psicólogos nos sugerem. Não se esqueça de que talvez esta não seja uma tarefa fácil, mas o esforço valerá a pena porque trará muitos benefícios.

Fale sempre com respeito

A melhor forma de ganhar o respeito de uma criança é falar e tratar todas as pessoas com respeito. Você é um exemplo para o seu filho desde a infância. Ele imita a sua atitude, o seu comportamento e a sua maneira de ser.



Você quer ganhar o respeito de uma criança? Fale sempre educadamente, principalmente com ela. Lembre-se de que a comunicação com os outros é apropriada quando os dois encontram um ponto de conexão e cada um reconhece as necessidades do outro.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

O cachorro engraçadinho



O cachorro engraçadinho
                                                            

                                                                                                 Imagem da internet.

                                                 

Há coisa mais triste que um menino sem irmãos nem companheiros, fechado num apartamento? Foi por isso que a família resolveu arranjar um cachorrinho para brincar com o filho único. Os brinquedos, afinal, são máquinas e acabam por enfastiar; o cachorrinho é um brinquedo vivo, quase humano, o melhor amigo do homem etc. E veio o cachorrinho, muito engraçadinho. Todos os cercaram, encantadíssimos. Dizem que os cães sempre se parecem com os seus donos: este parecia-se com os donos, com os amigos dos donos e até com os empregados da casa. Não se pode ser mais amável. Era pretinho, lustroso, com umas malhas cor de mel em certos lugares do focinho e do corpo. Orelhas sedosas e moles, e um rabinho que o menino logo descobriu poder funcionar como manivela. E assim o utilizou.[...]
                                                                                                               Cecília Meirelles

Sugestões de atividades

Antes de entregar o texto para os alunos, perguntar quais). Depois pedir que caracterizem e só após entregar o texto xerocado. Solicitar que  escrevam as características do cachorrinho do texto, deem um nome para o mesmo e complementem a estória. Dependendo da turma, depois de se trabalhar texto descritivo, solicitar que desenhem e pintem o animal de estimação( para quem tem) e os que não têm, qual animal gostaria de  ter.

Treinando caracterização de tipos de textos

Objetivo: Caracterizar os tipos e gêneros textuais.

Atividades como essas, além da caracterização dos tipos textuais, podem ser treinados gêneros textuais, leitura oral dos mesmos, análise das características individuais de cada um, trabalhar o suporte do texto, autor(es), discurso direto e indireto, entre outras.


Texto 01-  Terra: o planeta da vida


Até o momento, não se conhece nenhum outro lugar do Universo, além da Terra, que reúna condições para a existência de vida. As atividades humanas no nosso planeta, porém, têm reduzido cada vez mais essas condições.
O crescimento constante da população e o conseqüente aumento do consumo vêm causando a destruição progressiva dos recursos disponíveis e modificando rapidamente o ambiente.
A maioria dos seres vivos só se utiliza daquilo que realmente precisa para subsistir. O homem não, pois com seus instrumentos e máquinas é capaz de multiplicar infinitamente o trabalho que seria feito por um só indivíduo. Assim, ele se apropria intensa e rapidamente dos recursos e rompe o equilíbrio frágil e extremamente complexo da natureza. Desse modo, prejudica os demais seres vivos, ocasionando, muitas vezes, sua total destruição.
Na verdade, somos uma espécie diferente das demais; podemos viajar tanto pela terra, quanto pela água ou pelo ar, utilizando aparelhos sofisticados, que exigiram anos de pesquisa, testes e materiais especiais para serem construídos. Essas e outras invenções, sem dúvida, revelam a inteligência o ser humano e sua capacidade de adaptar-se às mais diversas condições ambientais. Potencialmente somos capazes de tornar habitável tanto o fundo do mar, quanto o alto do Himalaia ou o Deserto do Saara.
O número de habitantes do planeta, porém, cresce sem parar, e muitas áreas produtivas da Terra já foram, e continuam sendo ocupadas sem planejamento e exploradas de modo inadequado. Se continuarmos a agir assim, esgotando os recursos da natureza, em pouco tempo só restarão na Terra ambientes impróprios para a vida e sem possibilidade de recuperação.
Mas uma espécie como a nossa, capaz de realizações magníficas no campo das Artes, das Ciências e da Filosofia, deverá saber organizar-se e encontrar soluções adequadas para garantir sua permanência na Terra.

Magalhães Mattos e Abrão. São Paulo: Scipione, 1991.

Texto 02-   EM CÓDIGO (Fernando Sabino)

1.Fui chamado ao telefone. Era o chefe de escritório de meu irmão:
2.– Recebi, de Belo Horizonte, um recado dele para o senhor. É uma mensagem meio esquisita, com vários itens, convém tomar nota. O senhor tem um lápis aí?
3.– Tenho. Pode começar.
4.– Então lá vai. Primeiro: minha mãe precisa de uma nora.
5.– Precisa de quê?
6.– De uma nora.
7.– Que história é essa?
8.– Eu estou dizendo ao senhor que é um recado meio esquisito. Posso continuar?
9.- Continue.
10.– Segundo: pobre vive de teimoso. Terceiro: não chora, morena, que eu volto.
11.– Isso é alguma brincadeira.
12.– Não é não. Estou repetindo o que ele escreveu. Tem mais. Quarto: sou amarelo, mas não opilado. Tomou nota?
13.– Mas não opilado – repeti, tomando nota.  – Que diabo ele pretende com isso?
14.– Não sei não senhor. Mandou transmitir o recado, estou transmitindo.
15. – Mas você há de concordar comigo que é um recado meio esquisito.
16. – Foi o que eu preveni ao senhor. E tem mais. Quinto: não sou colgate, mas ando na boca de muita gente. Sexto: poeira é a minha penicilina. Sétimo: carona, só de saia. Oitavo…
17.– Chega! – protestei estupefato. – Não vou ficar aqui tomando nota disso, feito idiota.
18.- Deve ser carta em código, ou coisa parecida – e ele vacilou: Estou dizendo ao senhor que também não entendi, mas enfim… Posso continuar?
19.– Continua. Falta muito?
20.– Não, está acabando: são doze. Oitavo: vou, mas volto. Nono: chega à janela, morena. Décimo: quem fala de mim tem mágoa. Décimo primeiro: não sou pipoca mas também dou meus pulinhos.
21.– Não tem dúvida, ficou maluco.
22.– Maluco não digo, mas como o senhor mesmo disse, a gente até fica com ar meio idiota… Está acabando, só falta um. Décimo segundo: Deus, eu e o Rocha.
23.– Que Rocha?
24.– Não sei. É capaz de ser a assinatura.
25.– Meu irmão não se chama Rocha, essa é boa!
26.– É, mas que foi ele que mandou, isso foi.
27.Desliguei, atônito, fui até refrescar o rosto com água, para poder pensar melhor. Só então me lembrei. Haviam-me encomendado uma crônica sobre essas frases que os motoristas costumam pintar, como lema, à frente dos caminhões . Meu irmão, que é engenheiro e viaja sempre pelo interior fiscalizando obras, prometera ajudar-me, recolhendo em suas andanças farto e variado material. E ele viajou, o tempo passou, acabei esquecendo completamente do trato, na suposição de que o mesmo lhe acontecera.
28.        Agora, o material ali estava. Era só fazer a crônica. Deus, eu e o Rocha! Tudo explicado! Rocha era o motorista, Deus era Deus mesmo, e eu, o caminhão.


Texto 3
Cidadezinha

Mário Quintana

Cidadezinha cheia de graça...
Tão pequenina que até causa dó...
Com seus burricos a pastar na praça...
Sua igrejinha de uma torre só...
Nuvens que vêm, nuvens e asas,
Não param nunca, nem um só segundo...
E fica a torre, sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo !
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (a triste sina! ),
Ah, quem me dera ter lá nascido !
Lá toda a vida poder morar !
Cidadezinha... Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar !

Vocabulário- cismar – pensar          sina - destino, sorte       vasto - grande, muito extenso



Tipos de texto e gêneros textuais



-Tipo textual
Objetivo
Características
Gêneros nos quais predomina
Narrativo
Narrar fatos, reais ou fictícios
-Verbos de ação: “Eu vinha andando e  vi a mulher”.
-Verbos no passado.
-Marcadores temporais: logo, depois, ontem, hoje, certo dia, em seguida.
-Presença de um conflito, isto é, um acontecimento que complica a situação inicial da história.
Anedota, diário, romance, conto, crônica, notícia, fabula, relato pessoal, relato histórico, biografia, autobiografia, lenda,.
Descritivo
Descrever seres, paisagens e conceitos.
- Verbos de estado- ser, estar, parecer.
-Presente do indicativo.
- Formas nominais dos verbos.
-adjetivações e comparações.
Anúncio classificado, cadapio, laudo técnico.
(sequências descritivas são muito comuns em todos os gêneros narrativos
Expositivo
Expor informações
-Linguagem objetiva.
-Verbos no presente.
-Predomínio da 3ª pessoa.
Seminário, verbete de enciclopédia, reportagem.
Argumentativo
Defender um ponto de vista
-Apresentação de argumentos segundo uma  organização lógica.
-Estabelecimento de relação de causa e efeito.
-Estrutura formada por uma introdução, desenvolvimento e  conclusão.
-Verbos no presente.
Debate, editorial, artigo de opinião, manifesto, carta aberta, carta de solcitação, carta de reclamação.
Injuntivo(persuasivo ou instrucional
Fazer com que o interlocutor tome alguma atitude.
-Verbos no imperativo: faça, beba, coma.
Anúncio publicitário, regras de jogo, receita, manual de instruções, regulamento, livro de autoajuda.




            Baseado na  obra de MARCHUSCHI, Luiz Antônio. Produção Textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo, 2008.





Área de recreação

Área  de recreação

Alunos no laboratório de informática

Alunos no laboratório de informática

Alunos da 5ª C-vesp- no laboratório

Alunos da 5ª C-vesp- no laboratório