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Mostrando postagens de 2013

Resenha do filme "Mãos talentosas - A história de Ben Carson"

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Dirigido por Thomas Carter e produzido pela Sony Pictures, Mãos talentosas – A história de Ben Carson conta a trajetória de Benjamin Carson, diretor do departamento de Neurocirurgia Pediátrica do hospital Johns Hopkins. O filme mostra dois momentos: Ben já adulto com a dúvida se faria uma cirurgia nunca antes feita, a de separar gêmeos siameses unidos pela cabeça; e Ben criança, quando de fato é contada a história dele até sua decisão de fazer a cirurgia.  Menino pobre, negro, filho de mãe separada e analfabeta, Ben era um aluno com baixíssimo rendimento, que sofria preconceito por parte de seus colegas e que se achava completamente incapaz de ser e conseguir algo na vida, entretanto, sua mãe, maior incentivadora do futuro neurocirurgião, faz de tudo para que ele acredite em seu potencial e é quando ela se depara com a biblioteca de seu patrão, que percebe o que poderia ajudá-lo a mudar seu futuro.
Assim, o menino é obrigado pela mãe a ir para biblioteca ler dois livros por semana, o que…

Você pode ser o que quiser...

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Mafalda, a sinceridade em forma de tirinha!

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Mafaldafoi uma tira escrita e desenhada pelo cartunista argentino Quino. As histórias, apresentando uma menina (Mafalda) preocupada com a Humanidade e a paz mundial que se rebela com o estado atual do mundo, apareceram de 1964 a 1973, usufruindo de uma altíssima popularidade na América Latina e Europa
Personagens ·Mafalda: A personagem principal, uma menina de seis anos de idade, que odeia sopa e adora os Beatles e o desenho Pica-Pau. Ela se comporta como uma típica menina na sua idade, mas tem uma visão aguda da vida e vive questionando o mundo à sua volta, principalmente o contexto dos anos 60 em que se encontra. Tem uma visão mais humanista e aguçada do mundo em comparação com os outros personagens.

Jeca Tatu

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Jeca Tatué uma das figuras geradas pelo escritorMonteiro Lobato, muito conhecido por suas histórias infanto-juvenis, as quais giram em torno dos famosos personagens doSítio do Picapau Amarelo. Algumas de suas obras, porém, são de cunho social, de natureza crítica e denunciam questões como o contexto arcaico do universo rural e o descaso com doenças como o amarelão, então sério problema de saúde pública.

Este modelo do caipira não idealizado está presente no livroUrupês, da sagacriada por Lobato para os adultos. Ele revela, em um painel composto por 14 narrativas, a real situação do trabalhador campestre de São Paulo, visão nada agradável para as autoridades políticas da época e também para a classe dos intelectuais.
Isto porque Jeca é a imagem do ser legado ao abandono pelo Estado, à mercê de enfermidades típicas dos países atrasados, da miséria e do atraso econômico. Condição nada romântica e utópica, como muitos escritores pretendiam moldar o caboclo brasileiro, nesta mesma época.
A im…

Espionagem abre discussão sobre preparo do Brasil para uma guerra cibernética

Governo define segurança virtual como prioridade na Estratégia Nacional de Defesa, mas estrutura ainda é embrionária.
BBC Brasil
"Dilma Rousseff"
Alvo de espionagem estrangeira, a presidente Dilma Rousseff disse em um discurso na ONU que 'o Brasil sabe proteger-se' de ameaças vindas pela rede. O sistema de defesa cibernética do país, no entanto, ainda dá os primeiros passos e está longe de garantir segurança contra ataques, apesar de o tema já figurar como prioridade na Estratégia Nacional de Defesa.
Entre as medidas discutidas pelo governo, estão a criação de uma agência nacional de segurança cibernética, a instalação de uma escola nacional para o setor e a implementação de ações integradas entre os muitos órgãos envolvidos na proteção da rede de computadores brasileira.
De acordo com o general José Carlos dos Santos, chefe do Centro de Defesa Cibernética do Exército brasileiro (CDCiber), um dos dois principais órgãos responsáveis por garantir a segurança das redes no pa…

SONETO, de Álvares de Azevedo -

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Pálida, à luz da lâmpada sombria, Sobre o leito de flores reclinada, Como a lua por noite embalsamada, Entre as nuvens do amor ela dormia!
Era a virgem do mar! na escuna fria Pela maré das águas embalada! Era um anjo entre nuvens d’alvorada Que em sonhos se banhava e se esquecia!
Era mais bela! O seio palpitando... Negros olhos as pálpebras abrindo... Formas nuas no leito resvalando...
Não te rias de mim, meu anjo lindo! Por ti – as noites eu velei chorando, Por ti – nos sonhos morrerei sorrindo!
01. O poema é escrito a partir de
a) uma crítica feita à mulher amada pelo eu lírico. b) uma descrição da mulher amada feita pelo eu lírico. c) um sonho que o eu lírico teve com a mulher amada. d) um conflito que o eu lírico deseja resolver com a mulher amada.
02. “Como a lua por noite embalsamada,” temos nesse verso
a) uma metáfora b) uma hipérbole c) uma comparação d) uma metonímia
03. O elemento tempo no poema
a) é o mesmo do inicio ao fim. b) retrata o anoitecer. c) sofre uma gradação. d) foi irrelevante.
04. Apre…

Música: Pela Paz

A SOLIDARIEDADE

A SOLIDARIEDADE

José era mecânico. Qualquer coisa que acontece nas máquinas, José conserta. Mas José seria incapaz de fazer um vestido, ou mesmo cozinhar um almoço. Até a meia sola do sapato quem põe é o sapateiro da esquina.
Outro dia, José conversava com o sapateiro. Este lhe disse: “Graças a Deus a freguesia tem aumentado. Já sou um homem independente”. Quando acabou de dizer isso, a máquina de costurar o couro enguiçou. A agulha não saía do lugar. Bernardo, o sapateiro, ficou assustado. E agora?
Sem aquela máquina, que seria dele? Ainda bem que José estava ali. Virou, mexeu, torceu uns parafusos... e a máquina funcionou!
Bernardo enxugou o suor e, virando para José, disse: “Que sorte você estar aqui, José. Sem você eu estaria frito.” José, sorriu e, só para implicar com o Bernardo, perguntou: “Mas Bernardo, você não estava dizendo aí que, graças a Deus, você é hoje em dia um homem independente”?
Bernardo ia falar. Chegou a abrir a boca, mas pensou melhor e ficou mudo. Sim, José tinha r…

Violência Sem Limites

Violência Sem Limites Igor Solecki
            A violência doméstica é a violência praticada dentro de casa, são as agressões contra a esposa, filhos, os parentes em geral. Mas agressões não são somente socos, tapas e chutes. Existem, entre elas, as físicas, psicológicas, sexuais, etc. Elas afetam a pessoa que sofre a violência na sua vida pessoal e social. Mas, nesse quadro de violência, quem leva a pior? Como podemos evitar tais abusos?             Adriana Campos, portuguesa licenciada em psicologia, considera as crianças as que mais sofrem nos casos de violência doméstica. Segundo ela, “existe freqüentemente um sofrimento sem fim e marcas que ficam para toda a vida, isto porque a luta é travada entre pessoas com as quais a criança se identifica”. Estudos afirmam que testemunhar a violência entre os pais é tão prejudicial à criança quanto quando ela é a vítima.             Quando as pessoas são violentadas, podem ser muitas as conseqüências. Nos casos em que a criança presencia a vi…

Memórias literárias- O Lavador de Pedra

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O Lavador de Pedra


A gente morava no patrimônio de Pedra Lisa. Pedra Lisa era um arruado de 13 casas e o rio por detrás. Pelo arruado passavam comitivas de boiadeiros e muitos andarilhos. Meu avô botou uma Venda no arruado. Vendia toucinho, freios, arroz, rapadura e tais. Os mantimentos que os boiadeiros compravam de passagem. Atrás da Venda estava o rio. E uma pedra que aflorava no meio do rio. Meu avô, de tardezinha, ia lavar a pedra onde as garças pousavam e cacaravam. Na pedra não crescia nem musgo. Porque o cuspe das garças tem um ácido que mata no nascedouro qualquer espécie de planta. Meu avô ganhou o desnome de Lavador de Pedra. Porque toda tarde ele ia lavar aquela pedra.
           A Venda ficou no tempo abandonada. Que nem uma cama ficasse abandonada. É que os boiadeiros agora faziam atalhos por outras estradas. A Venda por isso ficou no abandono de morrer. Pelo arruado só  passavam agora os andarilhos. E os andarilhos paravam sempre para uma prosa com o meu avô. E para divi…

Textos de memórias literárias-Por parte de pai

Trecho  do texto: Por parte de pai
Minha cama ficava no fundo do quarto. Pelas frestas da janela soprava um vento resmungando, cochichando, esfriando meus pensamentos, anunciando fantasmas. As roupas, dependuradas em cabides na parede, se transfiguravam em monstros e sombras. Deitado, enrolado, parado imóvel, eu lia recado em cada mancha, em cada dobra, em cada sinal. O barulho do colchão de palha me arranhava. O escuro apertava minha garganta, roubava meu ar. O fio da luz terminava amarrado na cabeceira do catre. O medo assim maior do que o quarto me levava a apertar a pera de galalite e acender a luz, enfeitada com papel crepom. O claro me devolvia as coisas em seus tamanhos verdadeiros. O nariz do monstro era o cabo do guarda-chuva, o rabo do demônio o cinto do meu avô, o gigante, a capa “Ideal” cinza para os dias de chuva e frio. Então, procurava distrair meu pavor decifrando os escritos na parede, no canto da cama, tão pertode mim. Mas era minha a dificuldade de acomodar as coisas…

Transplante de Menina

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[...] Na Avenida Rio Branco, reta, larga e imponente, embicando no cais do porto [...] tivemos a nossa primeira impressão – e que impressão! – do carnaval brasileiro. [...] O que nós vimos, no Rio de Janeiro, não se parecia com nada que eu pudesse sequer imaginar nos meus sonhos mais desvairados.
Aquelas multidões enchendo toda a avenida, aquele “corso” – desfile interminável e lento de carros, para-choque com para--choque, capotas arriadas, apinhados de gente fantasiada e animadíssima.
Todo aquele mundaréu de homens, mulheres, crianças, de todos os tipos, de todas as cores, de todos os trajes – todos dançando e cantando, pulando e saracoteando, jogando confetes e serpentinas que chegavam literalmente a entupir a rua e se enroscar nas rodas dos carros... E os lança-perfumes, que que é isso, minha gente! E os “cordões”, os “ranchos”, os “blocos de sujos” – e todo o mundo se comunicando, como se fossem velhos conhecidos, se tocando, brincando, flertando – era assim que se chamavam os nam…

Para saber mais- diferença em "memória" e "memórias"

Segundo o Dicionário Houaiss da língua portuguesa, memória é

“aquilo que ocorre ao espírito como resultado de experiências já vividas; lembrança, reminiscência”.

No mesmo dicionário, encontramos para memórias: “relato que alguém faz, muitas vezes na forma de obra literária, a partir de acontecimentos históricos dos quais participou ou foi testemunha, ou que estão fundamentados em sua vida particular”.

Gênero “Memórias literárias”-Toda Memória tem uma história

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A vida não é a que a gente viveu, e sim a que
a gente recorda, e como recorda para contá-la.
                                        Gabriel García Márques







 Queridos alunos do 3º ano do Ensino Médio turno matutino do Colégio Polivalente de Conceição do Coité,

Estamos dando continuidade ao projeto de Memórias e, portanto, seguem mais dados sobre o mesmo:

Memórias literárias geralmente são textos produzidos porescritores que, ao rememorar o passado, integram ao vivido oimaginado. Para tanto, recorrem a figuras de linguagem, escolhemcuidadosamente as palavras que vão utilizar, orientados por critérios estéticos que atribuem ao texto ritmo e conduzemo leitor por cenários esituaçõesreais ou imaginárias.

As narrativas, que têm como ponto de partida experiênciasvividas pelo autor no passado, são contadas da forma como sãolembradas no presente.

2ª oficina- 1ª etapa- Conversa com os idosos
Individualmente ou em pequenos grupos  conversar com pessoas mais velhas. Podem ser pessoas da própria escola ou…